O governo deve confirmar um reajuste de 22% no piso nacional dos
professores. O índice representa a variação no valor mínimo de investimento por
aluno do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) entre 2011 e 2012
e levaria o salário-base dos atuais R$ 1.187 para R$ 1.450 mensais. Apesar da
pressão de prefeitos e governadores, que alegam não poder arcar com o aumento
acima da inflação do salário mínimo e dos professores, a tendência do governo é
manter a lei como está.
Qualquer valor inferior aos 22% abriria espaço para contestação
judicial ou teria que ser apresentado junto com uma mudança na legislação. A
lei que criou o piso diz claramente que o reajuste será feito todo mês de
janeiro no mesmo porcentual da atualização do valor do Fundeb e terá de ser o
menor valor básico para aos professores por 40 horas-aula semanais.
Governadores
e prefeitos pressionavam o governo para dar aos professores apenas a variação
da inflação, que fechou em 6,5%. Em 2011, o reajuste foi de 16% e já incomodou
Estados e municípios. Hoje, 16 Estados não cumprem o piso atual, de R$ 1 187.
Outros cinco pagam menos do que os R$ 1.450 que devem entrar em vigor em
fevereiro e terão que fazer mais algum inve
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